sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Princesa Diana poderia ter sido assassinada...

Passados 15 anos desde sua trágica morte, a princesa Diana ainda está viva na memória coletiva. Em 31 de agosto de 1997, Diana sofreu um acidente automobilístico no túnel da Ponte de l'Alma, em Paris, quando era perseguida por paparazzis. Ela estava no banco de trás do veículo, uma Mercedes-Benz S280, que colidiu fortemente com um dos pilares do túnel. Ela morreu junto com seu namorado Dodi al Fayed, com quem estava jantando em um restaurante momentos antes de iniciar a perseguição.



A princesa Diana foi assassinada pelo Serviço Secreto Britânico, apoiado pela CIA? É no que os conspirologos acreditam. Em especial o jornalista inglês Sherman H. Skolnick, editor do site HotLines News e moderador do programa de televisão Broadsides . Ele escreveu um longo artigo, publicado em várias páginas de conspirações, justificando sua teoria.

Como se sabe, Diana era a herdeira de uma das maiores fortunas mundiais e estava a ponto de fundí-la com Dodi Al-Fayed, seu namorado árabe. O que seria, na opinião de Sherman, um desastre para as potências financeiras ocidentais.



Em 31 de agosto de 1997, Diana e Dodi morreram em um acidente de carro em um túnel, em Paris (curiosamente, em tempos passados, o local abrigava um monumento chamado Templo de Culto à Deusa Diana). Sherman conta que no mesmo dia da tragédia, o jornal London Sunday Mirror já tinha impresso uma história, insinuando que o namoro acabaria por destruir a Monarquia.

Ao longo de suas investigações, Sherman obteve duas informações confidenciais. A primeira revelava que a rainha Elizabeth estava planejando prejudicar a Harrods (grande loja de departamento, de propriedade do pai de Dodi), em Londres. A rainha-mãe teria proposto também à família real o exílio da princesa, o que não era viável, uma vez que o filho mais velho de Diana seria, na ordem sucessória, o próximo rei da Inglaterra.
Sem outra alternativa, a Inteligência Britânica teria decidido pela morte de Diana, num acidente de automóvel.
“É um método corriqueiro. Eu mesmo e o Comitê dos Cidadãos para Moralização das Cortes fizemos suposições sobre como os Estados Unidos e a Inteligência Britânica conduziram em conjunto a Operação Clydesdale , unidade criada para abafar casos de pornografia, sem qualquer processo judicial, provocando falsos acidentes automobilísticos.”, diz Sherman.



Em abril de 1998, o pai de Dodi mandou seu chefe da segurança Viena, Áustria, para negociar com um homem que oferecia documentos confidenciais pela bagatela de 10 milhões de libras esterlinas. Segundo Sherman, os documentos exibiam provas de que a Inteligência Britânica tinha pedido ajuda da CIA para assassinar Diana.

Outra Possível versão: Uma outra hipótese levantada pelos conspirologos: Diana era uma agente da CIA, com a missão de acabar com a realeza britânica. E foi morta porque, cansada de desempenhar esse papel, estava prestes a denunciar sua condição ao jornal francês Le Monde.
De qualquer forma, Sherman, bem como a jornalista Jane Tawbase, do Eurobusiness, levantaram algumas suspeitas interessantes. Dentre os papparazzi, inicialmente considerados como os causadores da tragédia, havia seis franceses e um marroquino. Os primeiros deram entrevistas, tornaram-se, mesmo que involuntariamente, pessoas públicas. “Mas e o marroquino?”, pergunta Jane. Simplesmente sumiu. Seria ele um assassino profissional?
Dizem ainda que o motorista do carro, Henri Paul, que há 10 anos servia a família de Dodi, estava bêbado. Um filme gravado pelo pai de Dodi mostra que Paul caminha normalmente ao sair do Hotel Ritz, em direção à Mercedes que conduziria Diana e Dodi.
“De acordo com os testes feitos, Paul teria no sangue uma quantidade de álcool equivalente a duas garrafas de vinho. Ora, alguém nesse estado estaria cambaleando”, lembra Sherman.



Mais ainda: Paul tinha recebido um diploma de direção defensiva da fábrica Mercedes-Benz mas desceu uma curva a mais de 150 quilômetros por hora. Por que cometeria tal desatino, se tinha ciência de que, daquele jeito, correria risco de vida? Para o pai de Dodi, Paul era uma gente da CIA preparado para o sacrifício.
Há outros pontos obscuros. A ambulância que levou Diana demorou quarenta minutos para percorrer uma distância de cinco quilômetros até o hospital. “E por que os médicos que a socorreram não pediram um helicóptero de resgate? É evidente que ela estava marcada para morrer”, argumenta Jane.



O mais intrigante para os dois jornalistas é que o guarda-costas Trevor Rees Jones, único sobrevivente do acidente, perdeu o lábio inferior, 2/3 da língua e fraturou em diversos pontos o maxilar. Ou seja, os agentes secretos queriam a todo custo que Rees Jones não abrisse a boca. Sabiamente, o segurança alegou uma amnésia.