É considerado pelos críticos e por diversas votações populares como um dos melhores cantores de todos os tempos e uma das vozes mais conhecidas do mundo.
Como compositor, Mercury compôs vários sucessos para o Queen, tais como "Bohemian Rhapsody", "We Are the Champions" e "Love Of My Life".

Além de seu trabalho com o Queen, Freddie lançou alguns trabalhos em carreira solo, e também, ocasionalmente, atuou como produtor e músico convidado (piano ou voz) para outros artistas.
Ele faleceu de broncopneumonia, causada pela AIDS, em 24 de novembro de 1991, apenas um dia depois de reconhecer publicamente que tinha a doença.
Se estivesse vivo, Freddie Mercury faria 66 anos hoje. Mas a influência do “único rockstar indiano”, morto em 1991, continua viva: seja no nome da atual sensação Lady Gaga – derivada de Radio Gaga, escrita por Freddie – ou nas grandes produções cênicas que se tornaram obrigatórias no rock depois do Queen.
O cantor estabeleceu um padrão no entretenimento em uma época em que o importante ao vivo era apenas os decibéis. Levou ópera, lirismo e um caldeirão de influências muito a frente de seu tempo. Um dos maiores frontman que o rock já viu, morto em pleno auge criativo. Como fez falta nos anos de mesmice no rock britânico que vieram a seguir. Hoje, lembremos dele por sua obra.
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